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terça-feira, 16 de novembro de 2010

CLAUDIO MANUEL DA COSTA - Filho ilustre de Mariana MG

 
LITERATURA BRASILEIRA
Textos literários em meio eletrônico
Poemas de Cláudio Manuel da Costa
Cláudio Manuel da Costa, nasceu Mariana, (Minas Gerais)Vila do Ribeirão do Carmo, 5 de Junho de 1729 — faleceu em Ouro Preto, Vila Rica, 4 de junho de1789) foi um jurista e e poeta luso Brasileiro na época colonial.

FÁBULA DO RIBEIRÃO DO CARMO
SONETO
A vós, canoras ninfas, que no amado
Berço viveis do plácido Mondego,
Que sois da minha lira doce emprego,
Inda quando de vós mais apartado;
A vós do pátrio rio em vão cantado
O sucesso infeliz eu vos entrego;
E a vítima estrangeira, com que chego,
Em seus braços acolha o vosso agrado.
Vêde a história infeliz, que Amor ordena,
Jamais de fauno ou de pastor ouvida,
Jamais cantada na silvestre avena.
Se ela vos desagrada, por sentida,
Sabei, que outra mais feia em minha pena
Se vê entre estas serras escondida.
Aonde levantado Gigante, a quem tocara,
Por decreto fatal de Jove irado,
A parte extrema, e rara
Desta inculta região, vive Itamonte,
Parto da terra, transformado em monte;
De uma penha, que esposa
Foi do invicto Gigante,
Apagando Lucina a luminosa,
A lâmpada brilhante,
Nasci; tendo em meu mal logo tão dura,
Como em meu nascimento, a desventura.
Fui da florente idade
Pela cândida estrada
Os pés movendo com gentil vaidade;
E a pompa imaginada
De toda a minha glória num só dia
Trocou de meu destino a aleivosia.
Pela floresta, e prado
Bem polido mancebo,
Girava em meu poder tão confiado,
Que até do mesmo Febo
Imaginava o trono peregrino
Ajoelhado aos pés do meu destino.
Não ficou tronco, ou penha,
Que não desse tributo
A meu braço feliz; que já desdenha,
Despótico, absoluto,
As tenras flores, as mimosas plantas,
Em rendimentos mil, em glórias tantas.
Mas ah! Que Amor tirano
No tempo, em que a alegria
Se aproveitava mais do meu engano;
Por aleivosa via
Introduziu cruel a desventura,
Que houve de ser mortal, por não ter cura.
Vizinho ao berço caro,
Aonde a pátria tive,
Vivia Eulina, esse prodígio raro,
Que não sei, se ainda vive,
Para brasão eterno da beleza,
Para injúria fatal da natureza.
Era Eulina de Aucolo
A mais prezada filha;
Aucolo tão feliz, que o mesmo
Apolo se lhe prostra, se humilha
Na cópia da riqueza florescente,
Destro na lira, no cantar ciente.
De seus primeiros anos
Na beleza nativa,
Humilde Aucolo, em ritos não profanos,
A bela ninfa esquiva
Em voto ao sacro Apolo consagrara;
E dele em prêmio tantos dons herdara.
Três lustros, todos d'ouro,
A gentil formosura,
Vinha tocando apenas, quando o louro,
Brilhante Deus procura
Acreditar do pai o culto atento,
Na grata aceitação do rendimento.
Mais formosa de Eulina
Respirava a beleza;
De ouro a madeixa rica, e peregrina
Dos corações faz presa;
A cândida porção da neve bela
Entre as rosadas faces se congela.
Mas inda, que a ventura
Lhe foi tão generosa,
Permite o meu destino, que uma dura,
Condição rigorosa
Ou mais aumente enfim, ou mais ateie
Tanto esplendor; para que mais me enleie.
Não sabe o culto ardente
De tantos sacrifícios
Abrandar o seu nume: a dor veemente,
Tecendo precipícios,
Já quase me chegava a extremo tanto,
Que o menor mal era o mortal quebranto.
Vendo inútil o empenho
De render-lhe a fereza,
Busquei na minha indústria o meu despenho:
Com ingrata destreza
Fiei de um roubo (oh mísero delito!)
A ventura de um bem, que era infinito.
Sabia eu, como tinha Eulina por costume,
(Quando o maior planeta quase vinha
Já desmaiando o lume,
Para dourar de luz outro horizonte)
Banhar-se nas correntes de uma fonte.
A fugir destinado
Com o furto precioso,
Desde a pátria, onde tive o berço amado;
Recolhi numeroso
Tesouro, que roubara diligente
A meu pai, que de nada era ciente.
Assim pois prevenido
De um bosque à fonte perto,
Esperava o portento apetecido
Da ninfa; e descoberto
Me foi apenas, quando (oh dura empresa!)
Chego; abraço a mais rara gentileza.
Quis gritar; oprimida
A voz entre a garganta
Apolo? diz, Apol... a voz partida
Lhe nega forca tanta:
Mas ah! Eu não sei como, de repente
Densa nuvem me põe do bem ausente.
Inutilmente ao vento
Vou estendendo os braços:
Buscar nas sombras o meu bem intento:
Onde a meus ternos laços. . . !
Onte te escondes, digo, amada Eulina?
Quem tanto estrago contra mim fulmina?
Mas ia por diante;
Quando entre a nuvem densa
Aparecendo o corpo mais brilhante,
Eu vejo (oh dor imensa!)
Passar a bela ninfa, já roubada
Do Númen, a quem fora consagrada.
Em seus braços a tinha
O louro Apolo presa;
E já ludíbrio da fadiga minha,
Por amorosa empresa,
Era despojo da deidade ingrata
O bem, que de meus olhos me arrebata.
Então já da paciência
As rédeas desatadas,
Toco de meus delírios a inclemência:
E de todo apagadas
Do acerto as luzes, busco a morte ímpia,
De um agudo punhal na ponta fria.
As entranhas rasgando,
E sobre mim caindo,
Na funesta lembrança soluçando,
De todo confundindo
Vou a verde campina; e quase exangue
Entro a banhar as flores de meu sangue.
Inda não satisfeito
O Númen soberano,
Quer vingar ultrajado o seu respeito;
Permitindo em meu dano.
Que em pequena corrente convertido
Corra por estes campos estendido.
E para que a lembrança
De minha desventura
Triunfe sabre a trágica mudança
Dos anos, sempre pura,
Do sangue, que exalei, ó bela Eulina,
A cor inda conservo peregrina.
Porém o ódio triste
De Apolo mais se acende;
E sobre o mesmo estrago, que me assiste,
Maior ruína empreende:
Que chegando a ser ímpia uma deidade,
Excede toda a humana crueldade.
Por mais desgraça minha,
Dos tesouros preciosos
Chegou notícia, que eu roubado tinha,
Aos homens ambiciosos;
E crendo em mim riquezas tão estranhas,
Me estão rasgando as míseras entranhas.
Polido o ferro duro
Na abrasadora chama
Sobre os meus ombros bate tão seguro,
Quem nem a dor, que clama,
Nem o estéril desvelo da porfia
Desengana a ambiciosa tirania.
Ah mortais! Até quando
Vos cega o pensamento!
Que máquinas estais edificando
Sobre tão louco intento?
Como nem inda no seu reino imundo
Vive seguro o Báratro profundo!
Idolatrando a ruína
Lá penetrais o centro,
Que Apolo não banhou, nem viu Lucina;
E das entranhas dentro
Da profanada terra,
Buscais o desconcerto, a fúria, a guerra.
Que exemplos vos não dita
Do ambicioso empenho
De Polidoro a mísera desdita!
Que perigo o lenho,
Que entregastes primeiro ao mar salgado,
Que desenganos vos não tem custado!
Enfim sem esperança,
Que alívio me permita,
Aqui chorando estou minha mudança;
E a enganadora dita,
Para que eu viva sempre descontente,
Na muda fantasia está presente.
Um murmurar sonoro
Apenas se me escuta;
Que até das mesmas lágrimas, que choro,
A Deidade Absoluta
Não consente ao clamor, se esforce tanto,
Que mova à compaixão meu terno pranto.
Daqui vou descobrindo
A fábrica eminente
De uma grande cidade; aqui polindo
A desgrenhada frente,
Maior espaço ocupo dilatado,
Por dar mais desafogo a meu cuidado.
Competir não pretendo
Contigo, ó cristalino
Tejo, que mansamente vais correndo:
Meu ingrato destino
Me nega a prateada majestade,
Que os muros banha da maior cidade.
As ninfas generosas,
Que em tuas praias giram,
Ó plácido Mondego, rigorosas
De ouvir-me se retiram;
Que de sangue a corrente turva, e feia
Teme Ericina, Aglaura, e Deiopéia.
Não se escuta a harmonia
Da temperada avena
Nas margens minhas; que a fatal porfia
Da humana sede ordena,
Se atenda apenas o ruído horrendo
Do tosco ferro, que me vai rompendo.
Porém se Apolo ingrato
Foi causa deste enleio,
Que muito, que da Musa o belo trato
Se ausente de meu seio,
Se o deus, que o temperado coro tece,
Me foge, me castiga, e me aborrece!
Enfim sou, qual te digo,
O Ribeirão prezado,
De meus engenhos a fortuna sigo;
Comigo sepultado
Eu choro o meu despenho; eles sem cura
Choram também a sua desventura.

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BIZUTE TURISMO RECEPTIVO


PASSEIOS TURÍSTICOS, pacote fechado para grupo mínimo de 10 pessoas, com antecedência preferencialmente:

Preços incluídos:

• Serviço de Guia;

• Transporte Van;

• Água na viagem.

Observação:

Viagem em VAN fretada, preço por pessoa;

Viagem em veículo Fox, quatro pessoas, acréscimo de R$ 20,00 por pessoas.

Pacotes sugeridos:

• Mariana - R$ 36,00

• Mariana / Ouro Preto – R$ 45,00

• Catas Altas – R$ 45,00

• Catas Altas / Santuário do Caraça – R$ 55,00

• Congonha (ver obras do Aleijadinho) – R$ 50,00

• São João Del Rei / Tiradentes – R$ 90,00

• Belo Horizonte / Sabará – R$ 75,00

• Aeroporto de Confins – R$ 55,00

• Gruta de Maquine – R$ 85,00

• Gruta da Lapinha – R$ 70,00

• Museu de Inhotim – R$ 100,00

• Sítio Arqueológico Pedra Pintada (Cocais), pinturas rupestres – R$ 65,00

Bizute Turismo Receptivo - Guia de Turismo (Mtur): Luiz Otávio
Tel.: 96249059* / 87749059 / 35572736 / 35571158 – E-mail: bizuteturismo@bol.com.br; luizbizute2011@hotmail.com;





segunda-feira, 5 de outubro de 2009

FILHOS ILUSTRES DE MARIANA ANTIGOS E CONTEMPORÂNEOS



• Adão Ambrósio ou, simplesmente, Adãozinho (17 de 1951) é um ex-futebolista brasileiro. Foi Jogador do Corinthians (1971 a19 78), Coritiba, Rio Negro e Portuguesa.

• Dom Aloisio Hilario de Pinho (14 de janeiro de 1934) é um bispo da Igreja Católica Apostólica Romana no Brasil [1].

• Cristovão Breyner: (Desembargador no Rio de Janeiro);

• Afonso Henriques de Guimarães Filho, conhecido literariamente como Alphonsus de
Guimaraens Filho (3 de Junho de 1918 - Rio de Janeiro 28 de Agosto de 2008) foi poeta
brasileiro, filho de Alphonsus de Guimaraens.

• Antônio Benedicto de Santa Bárbara (1811 — Mercês (MG), 1900) foi escultor e entalhador brasileiro.

• Cláudio Manuel da Costa (nasceu na Vargem, distrito de Mariana em 4 de junho de 1729 —morreu em Vila Rica, 4 de julho de 1789) foi jurista e poeta luso-brasileiro da época colonial. Foi um dos líderes da Inconficência Mineira.

• Diogo Luís de Almeida Pereira de Vasconcellos (1843 — 1927) foi historiador e político brasileiro, filho do Major Diogo Antonio Pereira Ribeiro de Vasconcelos e D. Luísa de Almeida, neta do conselheiro Joaquim José da Rocha, advogado, diplomata e conselheiro de D. Pedro I. Por parte de pai, Diogo de Vasconcelos era neto do coronel Joaquim da Cunha e Castro de Vasconcelos e D. Ana Rosa Pereira Ribeiro de Vasconcelos, filha do eminente advogado Diogo de Vasconcelos e D. Maria do Carmo Barradas.

• Eliane Parreira Guimarães foi a segunda mineira eleita Miss Brasil. Foi coroada no concurso realizado em 1971 no Rio de Janeiro. Foi a nona mulher da Região Sudeste do Brasil a vencer o concurso nacional. No concurso de Miss Minas Gerais, onde conseguiu o direito de ir ao concurso nacional, Eliane representou sua cidade natal, Mariana. No Miss Universo, realizado nesse ano em Miami Beach, Flórida (EUA), foi a quarta colocada. Ainda ficou entre os dez melhores trajes de banho.

• Felisberto Caldeira Brant Pontes de Oliveira Horta, primeiro visconde e marquês de Barbacena, (19 de setembro de 1772 — 13 de junho de 1842) foi militar, diplomata e político brasileiro.

• Fernando Gomes de Morais (1946) é jornalista, político e escritor brasileiro. Sua obra literária é constituída por biografias e reportagens. Autor de vários livros, entre eles “Olga”.

• Francisco de Paula Pereira Duarte (17 de agosto de 1784 — Rio de Janeiro, 15 de junho de 1855) foi um magistrado brasileiro. Formado em direito pela Universidade de Coimbra, em 1809, regressou ao Brasil, onde foi nomeado ouvidor da comarca do Rio Negro. Em 1818 foi nomeado provedor da Fazenda dos Defuntos e Ausentes, Resíduos e Capelas da comarca de São Luís do Maranhão. Em 1820 foi nomeado desembargador na Bahia e logo depois para o Maranhão, onde foi nomeado presidente do tribunal em 1828. Em 1842 foi nomeado 2° vice-presidente da província do Maranhão.

• João Cavalcante (nasceu no distrito de Passagem de Mariana Minas Gerais em 18 de maio de 1902- 14 de agosto de 1985) militar e músico brasileiro. O maestro-tenente João Cavalcante fundou em São João del-Rei, aonde residiu, a Sociedade de Concertos Sinfônicos e o Orfeão da Escola Normal.

• João Fernandes de Oliveira (1720 — morreu em Lisboa, 1779) era contratador de diamantes na região de Diamantina (Minas Gerais) entre 1753 e 1770. Ele se tornou famoso tanto por sua riqueza, como por seu romance fora dos padrões da época, como a mulata, escrava alforriada chamada Francisca da Silva de Oliveira, a Chica da Silva.

• José Francisco de Mesquita, primeiro barão, visconde, conde e marquês do Bonfim (11 de janeiro de 1790 — 11 de dezembro de 1873), foi um dos mais importantes nobres do seu tempo, tendo alcançando fortuna no comércio e sido grande benemérito de causas sociais. Morou na Tijuca, Rio de Janeiro.

• José Jerônimo de Mesquita, segundo barão do Bonfim (11 de janeiro de 1790 – 28 de setembro 1895), foi fazendeiro brasileiro. Filho de Jerônimo José de Mesquita, primeiro barão de Mesquita, e de Elisa Maria de Amorim; era irmão de Jerônimo Roberto de Mesquita, segundo barão de Mesquita, e neto de José Francisco de Mesquita, marquês do Bonfim.

• José Joaquim Fernandes Torres José (17 de abril de 1797 — 24 de dezembro de 1869) foi um magistrado e político brasileiro. Foi deputado provincial, deputado geral, presidente de província, ministro do Império, Ministro da Justiça e Senador do Império do Brasil de 1862 a 1863.

• José Pedro Dias de Carvalho (16 de julho de 1808 — 26 de julho de 1881) foi um jornalista e político brasileiro. Foi Deputado Provincial, Deputado Geral, Vice-Presidente de Província, Presidente do Banco do Brasil, Ministro da Fazenda, Conselheiro de Estado e Senador do Império do Brasil de 1858 a 1881.

• José Ribeiro dos Santos –ZIZI Sapateiro, nasceu em ...... pintor primitivista.

• Frei José de Santa Rita Durão (nasceu em Santa Rita Durão (Cata Preta) em 1722 —morreu em Lisboa, 1784) foi um religioso agostiniano brasileiro do período colonial, orador e poeta. É também considerado um dos precursores do indigenismo no Brasil. Seu poema épico Caramuru é a primeira obra a ter como tema o habitante nativo do Brasil; foi escrita ao estilo de Luís de Camões, imitando um poeta clássico assim como faziam os outros neoclássicos (árcades). Foi arcadista e autor de “Caramuru”.

• Marcos Janeiro (nasceu em Mariana em 1964?, coronel da Polícia Militar, responsável e comandante da Polícia Mitar de Mariana, Ouro Preto e Itabirito.

• Monsenhor José Silvério Horta (20 de junho de 1859 — 30 de março de 1933) foi um religioso católico brasileiro. Filho de José Caetano Ramos Horta e Ana Jacinta de Figueiredo Horta, fez os estudos de Humanidades, Filosofia, Cânones e Teologia no Seminário de Mariana e feito presbítero aos 27 anos, pelo bispo dom Antônio Correia de Sá e Benevides, em 3 de junho de 1886, na capela do Convento da Ordem Franciscana Concepcionista e cônego do Cabildo da Sé Primacial de Minas Gerais pela princesa regente, Isabel, por carta de 13 de outubro de 1887. Encontra-se enterrado no cemitério da Igreja das Mercês.

• Lúcio Soares Teixeira de Gouveia (9 de maio de 1792 — 21 de novembro de 1838) foi um magistrado e político brasileiro. Foi Ministro da Justiça e Senador do Império do Brasil de 1837 a 1838.

• Manoel da Costa Ataíde, mais conhecido como Mestre Ataíde, (nasceu em 18 de outubro de 1762 – 2 de fevereiro de 1830), foi um pintor, dourador, encarnador, entalhador e professor brasileiro. Trabalhou com com o Aleijadinho em diversas obras, e encontra-se enterrado no nº 94 da Igreja de São Francisco de Assis.

• Olympia Angélica de Almeida Cotta, (Santa Rita Durão, distrito de Mariana, 1889 — Ouro Preto, 1976) era uma figura conhecida de todos os que visitaram ou viveram em Ouro Preto entre os anos 50 e 70. Costumava usar vestimenta do século XVIII, chapéus extravagantes e cajado na mão, tinha por hábito contar histórias de outros tempos como se as tivesse vivido. Dizia ter sido amiga de Dom Pedro I, Princesa Isabel e dos inconfidentes. Estes que, inclusive, continuavam transitando pela cidade como fantasmas. Homenageada em Samba Enredo da Escola de Samba da Mangueira do Rio Janeiro.

• Pedro Aleixo (nasceu em 1 de agosto de 1901 — e morreu em Belo Horizonte, 3 de março de 1975) foi um advogado, professor e político brasileiro. Formou-se em Direito pela Faculdade de Direito de Minas Gerais em 1922. Foi um dos fundadores e diretor do jornal Estado de Minas. Apoiou a Aliança Liberal e a Revolução de 1930, elegendo-se deputado à constituinte de 1934. Em 1937, apoiado por Getúlio Vargas, derrotou o líder mineiro e Antônio Carlos na disputa pela presidência da Câmara dos Deputados, sendo portanto o primeiro substituto de Getúlio, pois não havia a figura do vice-presidente na Constituição de 1934. Foi em sua gestão que o presidente Getúlio Vargas instaurou o Estado Novo no Brasil através do golpe de 10 de novembro de 1937.

• Sílvia Maria Vieira Peixoto Araújo (16 de setembro de 1951 — São Paulo, 25 de junho de 2008), mais conhecida como Sylvinha Araújo, foi uma cantora e compositora brasileira. Sylvinha começou sua carreira na década de 1960, lançada por Chacrinha. Na época, apresentou o programa O Bom, com o cantor Eduardo Araújo, com quem se casaria (em 1969) e teria dois filhos.

• Wendel Geraldo Maurício e Silva (28 de abril de 1982) é um futebolista brasileiro. Em 2003, compôs o time do Cruzeiro que, sob o comando do técnico Vanderlei Luxemburgo, conquistou a "Tríplice Coroa", ou seja, ganhou os principais títulos nacionais: o Campeonato Estadual, a Copa do Brasil e o Campeonato Brasileiro. Em 2005 foi apresentado para jogar no Santos e, em 2006 reencontra o seu parceiro de 2003 Maldonado e o técnico Vanderlei Luxemburgo, com os quais conquista o Campeonato Paulista. Hoje jogando no Bordeaux FR..

. Reinaldo Tavares, nascido Monsenhor Horta em 15/03/1966, filho de Antônio Félix Tavares e Conceição Petrina da Paixão Tavares. Iniciou seus estudos musicais em 1979, com o profº Chiquinho, estreando como músico da Banda União XV de Novembro em 1980. Em 1988 ingressou no curso de formação de sargento da Polícia Militar de Minas Gerais. Em 2004, formou-se no curso de habilitação a oficiais músicos, terminando o mesmo em primeiro lugar. Participou da comissão de elaboração do manual de regência da Polícia Militar, onde hoje é o regente da Banda de Música da Academia de Polícia Militar.

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